De florista de cemitério a empreendedora de sucesso: empresária fatura R$ 1 milhão no mercado para pets

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Quem viu Regina Herculano Pinto vendendo flores de papel crepom da porta do cemitério, dificilmente imaginava que ela se tornaria uma empreendedora de sucesso, referência no mercado de consumo para animais. A empresária sempre teve nas veias o sangue para vendas – seu maior sonho era ser camelô, mas foi impedida pelo pai, com a justificativa de que precisava investir nos estudos.

Regina começou a trabalhar aos 7 anos de idade, vendendo papel de carta na escola. Dos 9 aos 12, vendia flores no Cemitério de Campina Grande, Paraíba. Aos 13 anos, passou a revender roupas para amigas e vizinhas, usando seu quarto e a sala de professores do colégio como “loja”. Aos 16, teve seu primeiro emprego formal como vendedora numa loja de calçados e começou a guardar economias pra valer. “Meu sonho era ser camelô. Quando juntei dinheiro e ia comprar a barraca de camelô, meu pai não deixou. Ele dizia que eu tinha que estudar. Chorei tanto….”, disse Regina em entrevista ao UOL.

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Com incentivo do pai, Regina cursou Zootecnia, mas seguiu na profissão por vias muito distintas: durante a faculdade, se tornou balconista de uma distribuidora agropecuária, passou a vendedora de produtos para gado, até começar a trabalhar com a linha para animais de estimação. A identificação com o mercado pet foi tanta, que em 2014 Regina abriu sua própria distribuidora, com investimento de R$ 30 mil.

Em 2019, lançou sua própria marca: a Adoleta Diversão Pet, que tem em seu portfolio mais de 10 linhas de brinquedos para animais, com soluções interativas, recreativas e de saúde. Outro carro-chefe da empresa são os tapetes higiênicos, que substituem os jornais e proporcionam mais comodidade e limpeza para os donos de cachorro que vivem dentro de casa. Para realizar o sonho do negócio próprio, Regina desembolsou cerca de R$ 400 mil e, em 2021, a empresa já teve crescimento de quase 150% em relação ao ano anterior, chegando a faturar R$ 1 milhão em plena pandemia.

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Para os próximos anos, a meta da empresária é abrir sua própria fábrica de brinquedos e tapetes higiênicos em Campina Grande, já que hoje toda sua produção vem da China.

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